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10/09/2009
Curitibatuquetown
Belíssimas e inesperadas imagens de Curitiba compõem o curta de Cátia Reis (roteirista e colega minha no PPGTE/UTFPR) e Everton Sebben. Nas palavras dos diretores, "um olhar rítmico e poético que tem como pano de fundo o trabalho e os trabalhadores".
04/06/2009
Mega Bazar Lúdica e os macacos mancos.
Amanhã, 5 de junho, começa o Mega Bazar Lúdica (MBL). Se as forças do universo ajudarem o Chico vai conseguir arrumar o Macbook a tempo de rolar um Loop Le Monkey completo, audio e video descendo pau no meio do MBL. Tocaremos dia 7, das 18h às 19h. Vai ser um live set bem intenso, mas sem muita violência pra não espantar o público dos expositores.
Abaixo segue o teaser do MBL e o texto extraído do site galerialudica.com.br. É isso, amigos, rezem pelo Chico pra não termos um Loop Le Manco no domingo.
O Mega Bazar Lúdica (MBL) é hoje uma das principais realizações do coletivo Galeria Lúdica. Tem como formato um novo conceito em entretenimento que reúne cultura contemporânea, música, diversão, artes, design, compras e ação social em um mesmo espaço. Trata-se de um lugar mágico, a Casa Vermelha, localizada no Largo da Ordem, centro histórico de Curitiba.
Desde a sua primeira edição – realizada em dezembro de 2007 – o MBL acontece no casarão vermelho e vem conquistando cada vez mais clientes, parceiros e admiradores. Tanto que já está inserido no calendário cultural de Curitiba com duas edições anuais, nos meses de junho e dezembro.
O evento apresenta variedades de estilos em produtos alternativos, sofisticados e inovadores, entre eles: mobiliários, roupas, acessórios e objetos de arte. Seu objetivo é apostar na criatividade como matéria-prima, além de divulgar o trabalho de seus expositores e parceiros.
Abaixo segue o teaser do MBL e o texto extraído do site galerialudica.com.br. É isso, amigos, rezem pelo Chico pra não termos um Loop Le Manco no domingo.
O Mega Bazar Lúdica (MBL) é hoje uma das principais realizações do coletivo Galeria Lúdica. Tem como formato um novo conceito em entretenimento que reúne cultura contemporânea, música, diversão, artes, design, compras e ação social em um mesmo espaço. Trata-se de um lugar mágico, a Casa Vermelha, localizada no Largo da Ordem, centro histórico de Curitiba.
Desde a sua primeira edição – realizada em dezembro de 2007 – o MBL acontece no casarão vermelho e vem conquistando cada vez mais clientes, parceiros e admiradores. Tanto que já está inserido no calendário cultural de Curitiba com duas edições anuais, nos meses de junho e dezembro.
O evento apresenta variedades de estilos em produtos alternativos, sofisticados e inovadores, entre eles: mobiliários, roupas, acessórios e objetos de arte. Seu objetivo é apostar na criatividade como matéria-prima, além de divulgar o trabalho de seus expositores e parceiros.
23/02/2009
Cena 152. Gravando.
Pra mim, o mais legal do Loop Le Monkey não é o que fazemos quando estamos juntos tocando música+video, mas sim os bastidores, onde ficamos revirando o mundo atrás de sons e visuais interessantes. E esse revirar coisas também inclui pesquisar onde podemos tocar. Não é todo lugar que tem estrutura audiovisual completa.
Não temos uma agenda de shows pra cumprir. Se tivéssemos isso viraria trabalho, coisa que já temos o suficiente. Gosto de procurar eventos (Campus Party, Mundo Mix) e lugares onde imagino ser legal tocar, um deles é a Praça do Gaúcho, em Curitiba, nossa cidade. Ali seria um show perfeito, as pessoas sentadas ao ar livre bebendo e a gente descendo a lenha no audiovisual tech-house-breaks-big beat-maximal e afins.
Acho interessante tocar em clubes da noite, mas tocar em lugares fora do comum parece mais divertido.
Cláudio Soares: Diretor de criação da CS Revue que divide os macacos eletrônicos audiovisuais com @chicorasia
Não temos uma agenda de shows pra cumprir. Se tivéssemos isso viraria trabalho, coisa que já temos o suficiente. Gosto de procurar eventos (Campus Party, Mundo Mix) e lugares onde imagino ser legal tocar, um deles é a Praça do Gaúcho, em Curitiba, nossa cidade. Ali seria um show perfeito, as pessoas sentadas ao ar livre bebendo e a gente descendo a lenha no audiovisual tech-house-breaks-big beat-maximal e afins.
Acho interessante tocar em clubes da noite, mas tocar em lugares fora do comum parece mais divertido.
Cláudio Soares: Diretor de criação da CS Revue que divide os macacos eletrônicos audiovisuais com @chicorasia
14/02/2009
Verme crescendo descontrolado
Ao fim de 2008 saiu o Brain Damage Vol. I com várias gravações do que produzimos ao vivo. Mas esse tal álbum virou um verme que cresce descontrolado. Hoje já tem mais de 400 minutos de gravação pra download divididos em 9 setmix e 2 bonus track.
Em janeiro pudemos mostrar nosso trabalho na Campus Party, onde fizemos contatos bem legais com outros doidos, também conhecemos o pessoal da Rádio Multishow, com direito a gravação de entrevista e setmix para um programa especial que vai ao ar dia 28/02.
Como o Brain Damage não para de crescer e hoje sobe para todos mais um setmix gravado dia 13/02, com direito a muita cerveja e besteirol de gente que passa a semana toda na ralação e na sexta-feira exorciza tudo com um dos melhores mix de áudio-video que se pode ver por aí. Foda-se a modéstia.
Repito, quem quiser realmente sentir o punch da macacada tem que nos ver ao vivo, e é mais fácil nos ver nos ensaios, que parecem estar migrando de vez para as sextas-feiras.
Fiquem em contato, baixem os setmix.
Em janeiro pudemos mostrar nosso trabalho na Campus Party, onde fizemos contatos bem legais com outros doidos, também conhecemos o pessoal da Rádio Multishow, com direito a gravação de entrevista e setmix para um programa especial que vai ao ar dia 28/02.
Como o Brain Damage não para de crescer e hoje sobe para todos mais um setmix gravado dia 13/02, com direito a muita cerveja e besteirol de gente que passa a semana toda na ralação e na sexta-feira exorciza tudo com um dos melhores mix de áudio-video que se pode ver por aí. Foda-se a modéstia.
Repito, quem quiser realmente sentir o punch da macacada tem que nos ver ao vivo, e é mais fácil nos ver nos ensaios, que parecem estar migrando de vez para as sextas-feiras.
Fiquem em contato, baixem os setmix.
05/11/2008
12/09/2008
Loop Le Monkey. Afinal, o que é isso?
Junte um arquiteto que é arquiteto e gosta de animação e video, com outro arquiteto que vendeu a alma para o mundo da propaganda e se acha produtor de música eletrônica. Adicione total incapacidade de reconhecer uma clave de sol com gosto por filmes estranhos e um fetiche por todas as coisas digitais. Solte dois macbooks nas mãos dessa dupla geek, cozinhe por dois anos fazendo experiências em laboratórios clandestinos e o resultado será um mergulho áudio-visual que pode causar danos permanentes ao cérebro humano.

Laboratoristas: Chico Rasia e Cláudio Soares.
Colaboradores: Allan Vistuba (animador)
Base de operações: Curitiba - Brasil
Laboratoristas: Chico Rasia e Cláudio Soares.
Colaboradores: Allan Vistuba (animador)
Base de operações: Curitiba - Brasil
15/08/2008
Loop Le Monkey | Odeio influências
Falar de influências é uma merda. Pois acredito que a formação do depósito de coisas que vocês gosta e às quais já foi exposto na vida é mais complexa do que uma listinha. Mas entre os possíveis culpados influenciadores BOMB THE BASS e FRONT 242 são os top da lista, até pela idade das coisas deles. Há mais de 20 anos me expuseram a esse tipo de produto sonoro. Odeio coisa velha, mas algumas ainda são foda.
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05/08/2008
Loop Le Monkey | Playlist 130 bpm
Aqui tem uma amostrinha do tipo de som que rola com as animações. Nessa playlist as músicas estão mixadas em 130 bpm. No set ao vivo tocamos em 140, fica melhor, 130 dá sono. Quem quiser pode baixar as músicas, é só seguir as instruções do player.
Mas já aviso. Ao vivo é bem mais tesão, basta assistir aos videos pra ter uma noção mais real.
Mas já aviso. Ao vivo é bem mais tesão, basta assistir aos videos pra ter uma noção mais real.
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