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06/09/2010

Chimpanzé incendiário bebendo diesel



LLM setmix 100903a | Orangotango lenhador ladeira abaixo de rolimã by looplemonkey

LLM setmix 100903b | Chimpanzé incendiário bebendo diesel Petrobras by looplemonkey

16/07/2009

Adult loop embronimation


Adult loop, originally uploaded by loop le monkey.

Umas das coisas divertidas pra se fazer com fotos é o que batizamos técnica do "embronimation". Ao pegar várias imagens e "cropar" em formato de video, fazer um "batch rename" em sequência e importar para o Quicktime, você tem uma espécie de "stop motion" falcatrua. Mas que fica bem legal quando mixado com outras projeções durante a show. Segue aí uma nova que fizemos a partir de fotos de sites adultos da web. Depois de uma boa tratada nas cores no PS fica interessante ver as imagens correndo rapidinho.

19/04/2009

Retro-Acid-Monkey? Setmix 10 de 2009

A idéia era reinterpretar algumas cenas antigas, das nossas primeiras gravações. O resultado foi um setmix sem frescura, tijolada do começo até o fim.



E pra quem quiser comparar, a gravação original de agosto de 2008.



Assista, comente, baixe o set, espalhe.

13/04/2009

LLM Sessions

Na toca dos macacos o coelhinho da páscoa não entra. Continuamos desenvolvendo a técnica de interferência com o áudio dos clipes de vídeo nesse setmix que é, com certeza, nossa gravação mais redonda até agora.

A idéia era publicar só os primeiros dez minutos do vídeo... mas ficou tão bom que resolvi postar o clipe inteiro, em 3 partes. O set é um pouco mais longo, com 44 minutos. 

Assista, baixe o set, divirta-se, compartilhe.








05/04/2009

Loop Le Monkey 449

...mas bem que podia ser 666. Abriram-se os portões do inferno audiovisual e macacos flamejantes invadiram a Terra.

Continuamos na nossa pesquisa de integração entre o áudio dos loops de vídeo, e o set montado no live. Ainda não encontrei a fórmula exata, mas estamos melhorando. Assista, baixe os sets e espante os vizinhos chatos.



E pra arrematar o domingo, um clássico do Emergency Broadcast Network. Pensar que esses caras faziam tudo isso usando equipamentos analógicos me faz perceber como as coisas são mais fáceis hoje...

29/03/2009

No Gabinete do Dr Macaco

Dessa vez, buscamos inspiração no cinema expressionista alemão pra mudar um pouco o ponto de vista.

Fizemos mais experimentos de interferência entre áudio e vídeo, com vários trechos que misturam o som dos clipes de video com a música.

Pena que o som ficou meia-boca, um pouco estourado :'(



Na parte 2, experimentos mixando som dos vídeos com a música:



22/03/2009

Attack of the High Def Monkeys

Nossa primeira filmagem de ensaio em HD - agora dá pra perceber todos os detalhezinhos que viravam uma maçaroca nas gravações anteriores.

Nesse set usei todo meu armamento visual: processing, animação generativa com o Quartz, loop bending... É um dos nossos melhores setmixes e nossa melhor filmagem até hoje.

Assista os clipes e baixe o set inteiro na last.fm (os clipes têm meia hora, mas o set de áudio tem uma hora cravada).





Reinstate Chaos.

Loop Bender. Um original Loop Le Monkey.

Faz meses que eu venho pesquisando o Quartz Composer e sua integração com o motiondive. Mas, dessa vez, não tem nenhum truque de programação, nenhum hack: é só a boa e velha interface midi, usando as superfícies de controle de maneiras inesperadas.

Quem acompanha o blog já viu vários posts sobre o monome, com videos de artistas usando-o pra controlar um loop slicer. Era mais ou menos essa a função que eu vinha tentando emular usando o Quartz, até que ontem eu consegui um breakthrough: mapeei três comandos do motiondive nos pads sensíveis à pressão do controlador m-audio (axiom 25).



Os comandos "loop play position", "loop start position" e "color EQ - fore" foram mapeados nos 6 primeiros pads (3 pra cada canal). Os pads estão configurados pra mandar somente os dados de pressão (de 0 a 127), e não notas. Quando tiro a pressão do pad, o valor volta a zero. Como o Cláudio comentou ontem, os vídeos ficaram mais elásticos; por isso, batizei essa função de loop bender. 

(Não sei se alguém já tinha feito uma implementação semelhante...)

Parece uma coisa simples, mas a interface ficou muito, muito boa. Os pads do axiom são extremamente sensíveis, e a impressão que tenho é que consigo tocar nos clipes; controlando a pressão nos pads eu consigo um resultado mais orgânico (ou, talvez, caótico?) do que somente usando os controles rotatórios do MD-P1.

Na sequência, o clipe de teste de conceito ao som do Prodigy.



02/03/2009

£20 to get to forbidden planet

Mais uma sessão de experimentos bizarros com o motiondive, dessa vez, tentando usar o programa como loop slicer.

(o último setmix já usava esse recurso, porém, de maneira bem discreta).

As cobaias: clipe de "£20 to get home" by Neil Landstrumm, e o "Planeta Proibido", filme de 1956 que tem trilha sonora eletrônica simplesmente fantástica e efeitos visuais idem.



Ambas as cobaias tiveram que ser sacrificadas no final do experimento.

15/02/2009

VJ≠Visualista

Não me intitulo um "VJ".

Quando se fala em VJ me vêm à cabeça o Thunderbird, Soninha, Gastão e Astrid - e todos os outros apresentadores da MTV, por quem eu tenho o maior respeito, mas cujo trabalho é muito mais parecido com um disc jockey de rádio.

Daqui pra frente vou me referir à minha função como um visualista. Acho que é uma descrição muito melhor do que eu e o cláudio fazemos - pesquisa, criação de software, programação de hardware e criação dos loops de vídeo em si.

Pronto. Tá aí. Botei pra fora.

Agora, pra comemorar meu novo batismo, algumas coisinhas que têm influenciado a minha pesquisa nessas últimas semanas:

monome. Um controlador minimalista, open-source e completamente personalizável. Provavelmente vai ser minha próxima arma. O difícil é comprar um: a última edição foi esgotada mais rápido do que o Brian e a Kelly conseguiram avisar o pessoal que tava na lista de espera!

Esse clipe do Momo the Monster mostra uma das maneiras de se utilizar o monome pra performance de vídeo, com um loop slicer:


Duck n Cover AV Sliceup with Incisor from Momo the Monster on Vimeo.

A mesma idéia, aplicada a loops de música:


Four Mash-Ups from kevin on Vimeo.

O clipe da Kate Moross para o último single do Simian Mobile Disco - Synthesize - empregando conceitos de animação generativa e fazendo uso intensivo de scratches de vídeo, com uma linguagem gráfica extremamente simples. Adoro o jeitão de ensaio improvisado no galpão:

29/01/2009

Level 9 Visual Geek

Tem gente que reclama que o motion dive é limitado, que programas como o Resolume e o Arkaos são muito melhores e blablabla...

Umas semanas atrás eu achei esse link - um tutorial para usar video ao vivo no motion dive. Algo realmente simples - um arquivo de Quartz Composer que puxa o sinal da câmera de vídeo e renderiza de volta na tela, mas que o motion dive interpreta como um arquivo de vídeo.

Então eu comecei a me perguntar: se o motion dive entende um patch do quartz como um filme e consegue manipular essa imagem como qualquer outro clipe da biblioteca, o que mais eu poderia fazer usando o quartz? Será que eu conseguiria driblar a limitação de usar material pré-renderizado mas sem perder a incrível interface do motion dive?

Na CParty eu gastei um dia pesquisando maneiras de manipular videos usando o controlador MIDI externo; mas eu descobri duas coisas sobre clipes que usam a isight integrada:

1. são extremamente pesados;
2. são muito instáveis dentro do motion dive e tendem a travar ou derrubar o programa

Mas é uma brincadeira bacana...




Também preciso transpor outra barreira - pro controle por MIDI funcionar, os clipes têm que usar canais e controles diferentes dos que eu programei pro motion dive (pra não entrar em conflito), mas isso é só uma questão de tempo e pesquisa até ser resolvido.

Mas o Quartz - que, aliás, vem com o OSX - não serve só pra interpretar imagem da isight - ele também pode usar videos gravados, imagens, puxar links da web e usar as entradas de áudio. Depois de uns três dias de pesquisa, consegui montar meu primeiro patch de animação reativa à música, a partir de uma foto...



Ao contrário dos clipes que usam a webcam, esse vídeo não deixa o motion dive instável. Mas é um tanto pesado pra renderizar.

Eu comecei esse post dizendo que tem gente que acha o motion dive limitado. Acho que com esse exemplo super simples deu pra mostrar que com um pouquinho de pesquisa e trabalho, é possível não só pra ultrapassar os limites do programa, como adicionar funcionalidades a ele de maneiras criativas.

Enfim, essa é a grande viagem do trabalho com motion graphics (odeio o termo VJ): cada pessoa usa um setup diferente de hardware e software, e a partir da pesquisa cada um cria sua maneira de trabalhar e sua linguagem pessoal.

27/01/2009

UNDOG+Loop Le Monkey @ CParty

Video da nossa jam com o pessoal do UNDOG na festa de encerramento da CParty.






thx bevi / lu / renan!

02/01/2009

Loop Le Monkey goes Lo-Fi

Aproveitei minhas pseudo-férias pra pesquisar e estudar o Processing. Consegui até mesmo me convencer que não foi perda de tempo, afinal, posso usar o processing pra trabalho e pro mestrado.

Ahem.



Bem, aí vai uma amostrinha do Processing sendo usado pra criar clipes lo-fi; sem vídeos dessa vez, só frames: quem quiser ver esses clipes em ação vai ter que ir na Campus Party ou em um dos nossos ensaios...





31/12/2008

2009 | Reveillon com a macaca!

Numa solitária noite de reveillon, regada a vinho... Bubblyfish, Covox, Coova, BitShifter+Flight404



Blip Festival 2008 | Bubblyfish from Low-Gain on Vimeo. ~

Quem encontrou "Sweet Dreams" no clipe da Bubblyfish?


Covox // Blip Festival 2006: The Videos from 2 Player Productions on Vimeo.


Coova // Blip Festival 2006: The Videos from 2 Player Productions on Vimeo.


Bit Shifter & Flight404 • “Feedback” / “Flight Risk” from Bit Shifter on Vimeo.

Bom 2009 para todos!

27/12/2008

Loop Le Monkey - weapon of brain destruction

Não sei se foi a cerveja, ou a noite mal dormida, ou o espírito natalino... mas acabamos de criar novos clipes com imenso potencial de destruição de células cerebrais.



Embora o Flash seja a mula de carga de animação vetorial, o Processing é uma ferramenta muito mais ágil quando se quer explorar coisas randômicas - o tipo de coisa que daria muito trabalho pra animar elemento a elemento no Flash. Aí vão os quatro clipes gerados ontem - o quarto clipe, com fundo preto e texto amarelo, não parece grande coisa... mas quando projetamos isso na parede do estúdio nos assustamos com quão perturbador o clipe é, uma verdadeira arma de destruição cerebral!

Die Mensch-Macaken!

Desde que eu assisti o dvd ao vivo do Kraftwerk - Minimum-Maximum - eu tô morrendo de vontade de fazer uns loops de animação inspirados em poesia concreta dos anos 1970. Por enquanto, fiz uma homenagem ao Kraftwerk, com um loop parodiado da arte que eles usam em Mensch-Maschine, que abre o dvd:



A propósito, "Mensch-Macaken" não existe; o certo seria Mensch-Affe...

25/12/2008

LLM processing 2

Enquanto não termino de subir os clipes do dia 20 de dezembro, mais alguns experimentos com animação generativa usando o processing:






Esses códigos reagem aos movimentos e cliques do mouse; o próximo passo é aprender a fazer o processing reagir a comandos MIDI...

22/12/2008

LLM 3.0: monkey, evolved!

Sempre pensamos que o blog do Loop Le Monkey, além de servir como canal de relacionamento com o resto do mundo, também deveria ser nossa memória e registro histórico da evolução do LLM.

Agora, às vésperas da virada de 2009, achei que seria um ótimo momento para registrar a história dos símios mutantes radioativos.


LLM 0.0: the origin of monkey


Tudo começou em meados de 2006 (outubro ou novembro, eu acho...), quando o DJ Hermes nos apresentou o motion dive; eu lembro que ficamos maravilhados com a idéia de poder manipular vídeos como se fossem discos numa pickup!

LLM 0.1: macacos da pedra lascada

Nosso primeiro experimento símio foi na casa do Cláudio (quando ele ainda trabalhava em casa...); tínhamos um motion dive instalado num laptop HP que era simplesmente horrível, mas que tinha uma saída s-video. Ligamos o Reason no iMac do cláudio, espetamos o laptop na televisão e deixamos emergir nossos macacos interiores...

Foi.... interessante.... como prova de conceito, pelo menos.

Até hoje imagino o que os vizinhos pensaram naquela tarde de sábado...

LLM 1.0: macacos com rodas

Entre os primeiros contatos com o motion dive e a formatação do LLM como deveria ser passou pouco mais de um ano. Foi só no começo de 2008, quando o cláudio comprou um macbook, que pudemos finalmente realizar o que vínhamos cozinhando.

Eu juro que, na época, acreditávamos que o LLM caberia numa mochila... que não teríamos que montar e desmontar instrumentos, mesa de som, potência.....

LLM 2.0: monkey see, monkey do

A principal mudança entre o LLM 1.0 e o 2.0 não teve a ver com controladores ou macbooks: foi uma mudança de organização.

Quando tocamos no Soho, o LLM era um verdadeiro trem desgovernado: jogamos os clipes no Live, sem nenhum trabalho de montagem e edição, e íamos disparando os clipes aleatoriamente, torcendo pra não fazer nenhuma bobagem e rezando pra sair alguma coisa que prestasse.

Descobrimos que, organizando a biblioteca do live em cenas (ou grooves) conseguiríamos ter um pouco mais de controle sobre o que tocamos. Isso significa que teríamos que gastar muitas horas combinando baterias, baixos e synths em estúdio, mas que na hora de tocar ficaria tudo muito mais simples e muito mais legal, sem perder a espontaneidade de um set ao vivo.

Também foi nesse ponto que comecei a personalizar a biblioteca de vídeos (saindo dos samples de filmes e tv e começando a incluir alguns loops vetoriais...), e começamos a fazer os laboratórios símios - dias inteiros dedicados a criar loops de animação - ou, como preferimos falar, embronimation (Walt Disney deve estar rolando no túmulo).

LLM 3.0: the supreme monkey

Controle é tudo. É só isso que posso dizer.

A maior revolução do Loop Le Monkey aconteceu quando abandonamos o teclado e mouse e investimos em controladores MIDI. Axiom 25, Trigger Finger, MD-P1-S.... um setup que, para qualquer geek que se preze, seria como ver a Jennifer Morrison nua!

Setup pronto pra rodar.

Foi como se, de repente, os programas criassem vida. Agora conseguimos controlar tanto os clipes de áudio quanto os vídeos de maneira muito mais espontânea. Pra dizer de outra maneira: antes da adoção de controladores MIDI, o LLM funcionava na base da tijolada: soltava um clipe em cima do outro, sem transições, fade-ins e fade-outs, e não tínhamos como controlar efeitos e mixagem.

Ok, eu sei que parece meio forçado... mas quando começamos o LLM, não pensávamos em gastar dinheiro com controladores; essa necessidade surgiu quase que organicamente, ensaio após ensaio, conforme íamos percebendo que tínhamos idéias visuais e musicais que simplesmente não poderiam ser realizadas sem ter mais controle sobre os softwares.


LLM 3.X: the future of monkey

Os últimos clipes de ensaio e os sets mixados representam o LLM na sua versão 3.0. O que vai ser daqui pra frente, eu ainda não sei.

Computação física? Iluminação? Arduino? Controladores customizados? Animação generativa?

05/11/2008

Extra! Extra! Macacos Atacam No JPL Café

JPL Café, Curitiba, 1o. de novembro de 2008.









12/09/2008

Loop Le Monkey. Afinal, o que é isso?

Junte um arquiteto que é arquiteto e gosta de animação e video, com outro arquiteto que vendeu a alma para o mundo da propaganda e se acha produtor de música eletrônica. Adicione total incapacidade de reconhecer uma clave de sol com gosto por filmes estranhos e um fetiche por todas as coisas digitais. Solte dois macbooks nas mãos dessa dupla geek, cozinhe por dois anos fazendo experiências em laboratórios clandestinos e o resultado será um mergulho áudio-visual que pode causar danos permanentes ao cérebro humano.



Laboratoristas: Chico Rasia e Cláudio Soares.

Colaboradores: Allan Vistuba (animador)

Base de operações: Curitiba - Brasil
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